
Flávio Bolsonaro fugiu do Brasil há dez dias, mas continua usando a estrutura do Senado como se nada tivesse acontecido. Na terça, 3, ele nomeou dois novos assessores no gabinete abandonado em outubro.
Um dos nomeados assumiu o cargo de “auxiliar parlamentar sênior” de Flávio Bolsonaro, com salário de pouco mais de 9.000 reais.
O outro assessor foi nomeado no posto de “auxiliar parlamentar pleno”, com salário de quase 8.000 reais.
Os atos são da gestão de Davi Alcolumbre no Senado e seguem determinação do parlamentar, ignorando a condição de Flávio Bolsonaro, que não mais dará expediente no Congresso.
Segundo dados do Senado, o gabinete dele tem, atualmente, 21 assessores — entre comissionados, terceirizados e efetivos — e quatro deles ganham mais de 17.000 reais por mês.
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