Nova pesquisa Quaest testa disputa Lula x Flávio Bolsonaro antes do início da propaganda eleitoral



A nova pesquisa Quaest sobre a corrida presidencial de 2026, que deve ser divulgada nesta sexta-feira, 14, vai além da intenção de voto. O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06773/2026, testa o cenário de primeiro turno, quatro combinações de segundo turno e pergunta aos eleitores sobre o potencial de voto e a rejeição dos principais pré-candidatos.

A rodada será realizada com 2. 004 entrevistas entre os dias 10 e 13 de agosto. O nível de confiança das estimativas é de 95%, e a margem de erro máxima prevista é de cerca de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Este será o último levantamento antes do início da propaganda eleitoral, que acontecerá neste domingo, 16.

A pesquisa anterior da Genial/Quaest, divulgada em 5 de agosto, mostrava Lula numericamente à frente de Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno: 44% a 39%. Como a margem de erro também era de dois pontos percentuais, a vantagem do petista poderia cair para apenas 1 ponto percentual nos limites da margem.

O que a nova pesquisa vai testar no primeiro turno?

O questionário apresenta uma lista de 13 nomes aos entrevistados: Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), escritor Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Hertz Dias (PSTU), Leonardo Avalanche (PRTB), Lula (PT), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata).

O eleitor será questionado sobre em quem votaria se a eleição fosse realizada naquele momento. Também poderá indicar voto em branco ou nulo, dizer que não votaria ou que ainda não decidiu.

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Depois de indicar sua preferência, quem escolher um candidato responderá se a intenção de voto é definitiva ou se ainda pode mudar até a eleição.

Na pesquisa anterior, Lula aparecia com 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 30% de Flávio Bolsonaro. A diferença era de 9 pontos percentuais. Em julho, a distância entre os dois havia chegado a 12 pontos.

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Como a Quaest vai medir a força de cada candidato?

Antes dos cenários de intenção de voto, o levantamento pergunta aos entrevistados se conhecem cada um dos 13 nomes apresentados e qual seria sua disposição para votar neles.

Para cada pré-candidato, as opções são: não conhece e nunca ouviu falar; conhece e poderia votar; ou conhece, mas não votaria de jeito nenhum.

A formulação permite medir simultaneamente o grau de conhecimento, o potencial eleitoral e a rejeição dos nomes incluídos na lista.

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Quais cenários de segundo turno serão testados?

A pesquisa apresenta quatro confrontos. Lula será colocado frente a frente com Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Romeu Zema e Ronaldo Caiado.

A rodada anterior da Genial/Quaest havia testado Lula contra Flávio Bolsonaro, com 44% para o petista e 39% para o senador. A margem de erro de dois pontos percentuais deixava a diferença entre os dois dentro de uma faixa que poderia chegar a apenas 1 ponto percentual.

O que a pesquisa vai perguntar sobre Lula?

O levantamento também mede a avaliação do governo Lula. Os entrevistados serão questionados se aprovam ou desaprovam o trabalho do presidente e, em seguida, como classificam sua administração: ótima, boa, regular mais para positiva, regular mais para negativa, ruim ou péssima.

Outra pergunta procura saber se, na avaliação do eleitor, o Brasil está indo na direção certa ou na direção errada.

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O questionário ainda aborda a percepção sobre a economia. Os entrevistados dirão se a economia brasileira melhorou, ficou igual ou piorou nos últimos 12 meses. Também serão perguntados sobre a evolução dos preços dos alimentos no último mês e sobre sua expectativa para a economia nos próximos 12 meses.

Como a pesquisa vai medir a polarização entre Lula e a família Bolsonaro?

Um dos blocos pergunta diretamente o que causa mais medo ao eleitor: a volta da família Bolsonaro ao poder ou mais um mandato de Lula. Também é possível responder que há medo dos dois ou de nenhum deles.

A pesquisa ainda pergunta, independentemente da preferência de voto, quem o entrevistado acredita que vencerá a eleição presidencial deste ano.

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O questionário mede também o sentimento diante dos atuais pré-candidatos, com opções que incluem entusiasmo, esperança, tranquilidade, indiferença, desânimo, preocupação e raiva.

O que mais será investigado sobre o eleitorado?

A Quaest pergunta qual é a maior preocupação do entrevistado sobre o Brasil hoje e qual seu grau de interesse pelas eleições de 2026. O levantamento também mede a importância que o eleitor atribui à próxima eleição para sua própria vida.

Outro bloco trata da identificação política. Os entrevistados poderão se considerar lulistas, mais próximos das ideias da esquerda sem se considerar lulistas, independentes, mais próximos das ideias da direita sem se considerar bolsonaristas ou bolsonaristas. Há ainda perguntas sobre identificação ideológica entre esquerda, centro e direita e sobre uma escala que vai do moderno/progressista ao tradicional/conservador.

A pesquisa também pergunta se o partido do candidato influencia muito, pouco ou não influencia a decisão de voto.

Quais outros temas entram no questionário?

O levantamento investiga a percepção sobre uma possível interferência de países estrangeiros nas eleições brasileiras e, entre os que acreditam nessa possibilidade, pergunta se a influência de presidentes de outros países ajudaria mais candidatos da esquerda ou da direita.

A inteligência artificial também aparece no questionário. Os entrevistados serão perguntados se aprovam ou desaprovam o uso de IA por pré-candidatos para produzir vídeos, imagens e textos de campanha.

A pesquisa ainda investiga por qual fonte o eleitor mais se informa sobre política, incluindo televisão, jornais impressos, rádio, sites e portais de notícias, redes sociais, WhatsApp ou Telegram, amigos e familiares e chats de inteligência artificial, como ChatGPT, Google Gemini ou Claude.

O questionário inclui ainda perguntas sobre religião, recebimento do Bolsa Família, cor ou raça e voto nas eleições anteriores, incluindo a escolha no segundo turno presidencial de 2022 e a participação no primeiro turno das eleições municipais de 2024.

Quando e como a pesquisa foi realizada?

A pesquisa foi registrada no TSE em 8 de agosto, sob o número BR-06773/2026, para o cargo de presidente nas Eleições Gerais de 2026. A coleta começou em 10 de agosto e termina nesta quinta, 13 de agosto, com divulgação prevista para 14 de agosto.

A empresa responsável pelo levantamento é a Quaest. Serão realizadas 2. 004 entrevistas com o público-alvo da pesquisa. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro máxima prevista é de aproximadamente 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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