O reconhecimento facial é citado em decisões da Justiça criminal sem que, na maioria dos casos, sejam apresentadas informações suficientes para verificar como a identificação foi feita. à o que aponta um estudo do CESeC (Centro de Estudos de Segurança e Cidadania), que analisou 52 acórdãos de segunda instância dos Tribunais de Justiça de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Santa Catarina e Goiás.
Leia mais (08/30/2026 - 21h00)
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