
A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 29, mostra Pablo Marçal (União Brasil) com 9% das intenções de voto ao Senado em São Paulo, atrás de Marina Silva (Rede), que tem 14%, e Simone Tebet (PSB), com 12%. Embora esteja inelegível e aguarde o julgamento de um recurso no Tribunal Superior Eleitoral, o empresário aparece na terceira colocação na disputa por uma das duas vagas.
Considerada a margem de erro de dois pontos percentuais, Marçal está tecnicamente empatado com Tebet e alcança Marina no limite da margem. O resultado o mantém na disputa pelas duas cadeiras do estado, apesar da incerteza jurídica sobre sua eventual candidatura.
Guilherme Derrite (PP) aparece logo depois, com 7%. André do Prado (PL) marca 5%, enquanto Paulinho da Força (Solidariedade) e Ricardo Salles (Novo) têm 4% cada um. Robson Tuma (Republicanos) registra 3%, e José Aníbal (PSDB), 1%.
A Genial/Quaest ouviu presencialmente 1.650 eleitores de São Paulo entre os dias 23 e 27 de julho. O nível de confiança é de 95%.
Como Marçal aparece nos diferentes cenários?
A retirada de José Aníbal da lista apresentada aos entrevistados não altera o desempenho de Marçal. No segundo cenário testado, o empresário permanece com 9%, novamente atrás de Marina, com 14%, e Tebet, com 11%.
Derrite sobe para 8%, enquanto Salles aparece com 5%, empatado numericamente com André do Prado. Paulinho da Força mantém 4% e Robson Tuma registra 3%. Em ambos os cenários, 21% dos entrevistados se declaram indecisos e 20% afirmam que votarão em branco, anularão ou não comparecerão.
Qual é o principal obstáculo ao empresário?
O desempenho eleitoral convive com uma elevada resistência entre os paulistas. Marçal tem 45% de rejeição, o segundo maior índice entre os nomes avaliados. Ele aparece atrás apenas de Marina Silva, rejeitada por 49% dos entrevistados, e à frente de Paulinho da Força, com 41%.
A situação jurídica também permanece indefinida. Marçal foi declarado inelegível até 2032 pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo e recorre ao TSE. A federação União-PP aposta na reversão da decisão para viabilizar sua candidatura ao Senado.
O eleitor já definiu o voto para o Senado?
A corrida permanece aberta. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados afirmam que ainda podem mudar de voto, enquanto 44% consideram definitiva a escolha feita até agora.
VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.
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