
A PEC da redução da maioridade penal teve um avanço tímido na CCJ da Câmara nesta quarta-feira. A fase de discussão da medida foi superada, mas o mérito não foi votado em função de um pedido coletivo de vista.
A proposta só foi debatida pelo principal colegiado da Casa, porque o presidente da Câmara, Hugo Motta, não despachou recursos de parlamentares bolsonaristas que tiveram seus mandatos suspensos por dois meses pelo Conselho de Ética.
Caso o paraibano tivesse enviado os recursos para a CCJ, a pauta estaria trancada e a PEC sequer poderia ter sido discutida.
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