
A influenciadora Sophia Barclay oficializou sua entrada na política. Autodeclarada “trans de direita anti-woke”, ela se filiou ao Partido Liberal (PL) e anunciou pré-candidatura a deputada federal por São Paulo nas eleições de outubro. “Assinada, confirmada e com compromisso firmado ao lado do presidente Valdemar da Costa Neto, na família Partido Liberal (PL22). É só o começo de uma caminhada que vai fazer história”, escreveu nas redes sociais.
Barclay ganhou notoriedade com discurso conservador e oposição à chamada agenda “woke”, termo relacionado a uma iniciativa que defende pautas ligadas à justiça social e à diversidade. Antes de ingressar no PL, passou pelo Partido Novo, de onde se desligou após divergências políticas. Já filiada à nova sigla, direcionou uma mensagem à Erika Hilton, deputada federal do Psol que inspirou seu apelido “Erika Hilton de direita”: “O debate agora é direto, sem narrativa e sem distorção. É de travesti para travesti e o Brasil vai ouvir a verdade”.
Sua trajetória também carrega episódios polêmicos. Em 2023, ela afirmou que o senador Flávio Bolsonaro teria se relacionado com uma mulher trans. “Tentou ficar comigo e não quis. Ficou com uma amiga minha que é trans”, afirmou à época, alegando que o encontro ocorreu em uma festa promovida por Neymar.
Após a repercussão, o senador registrou ocorrência na Secretaria de Polícia do Senado, acusando-a de injúria. Em 2025, Barclay se retratou publicamente, admitindo que as declarações eram falsas e afirmando arrependimento, o que levou ao arquivamento do caso na Justiça.
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