
O conflito no Irã adentrou o seu décimo sexto dia neste domingo, 15, marcado por novas ofensivas entre Israel e os iranianos. A região entrou em convulsão desde que, em 28 de fevereiro, os Estados Unidos atacaram regiões do Irã, em uma ação coordenada com os israelenses.
No início da manhã, as Forças de Defesa de Israel (IDF, em inglês) anunciaram, por meio de publicações em suas redes sociais, que haviam lançado uma “onda de ataques extensivos” sobre o Irã, lançados sobre “infraestruturas do regime terrorista iraniano, no oeste do país”. Ao mesmo tempo, o exército iraniano afirmou ter lançado drones “poderosos” contra centros de segurança e quartéis policiais de Israel, no que afirma ser “legítima defesa” de seu povo, de acordo com agências internacionais de notícias.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump rejeitou a possibilidade de uma negociação para cessar os ataques. “O Irã que fazer um acordo, mas eu não quero esse acordo porque os termos ainda não estão bons os suficientes”, afirmou o Trump em uma entrevista neste domingo ao canal de notícias norte-americano NBC News. O presidente dos Estados Unidos não detalhou quais seriam os termos em negociação e o que ainda faltaria, mas acrescentou que o comprometimento do Irã com um fim ao seu programa nuclear está entre as expectativas.
Trump também afirmou que tem pedido apoio aos vários países afetados pelo fechamento do estreito de Ormuz, ao sul do Irã, para que ajudem no reforço à segurança da região e no restabelecimento do fluxo de navios. Saída do Golfo Pérsico, o estreito de Ormuz é uma passagem marítima essencial para o escoamento do petróleo que é produzido pelos países do Oriente Média, região onde estão alguns dos maiores exportadores do óleo, e está sendo bloqueado pelo Irã desde o início do conflito, o que colaborou para a disparada nos preços do barril nas últimas semanas. A cotação, que ficou estável em torno dos 70 dólares no ano passado, já ronda os 100 dólares atualmente.
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