
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), cancelou o evento do qual participaria ao lado de lideranças do PL fluminense, nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro. A ideia, que era catapultar o nome de Douglas Ruas ao governo, foi abortada “por respeito” a Cláudio Castro (PL).
É que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa, a partir do dia 24 de março, o processo que pode levar à inelegibilidade do chefe do Executivo do Rio. A avaliação é que “não há clima” para celebrações, festas e enumeração dos feitos do governo, às vésperas de um momento em que Castro pode ter que decidir o seu destino à frente do Palácio Guanabara.
O governador passou os últimos dias em Brasília, em reuniões reservadas, nas quais articula a reversão do placar atualmente desfavorável. No momento, o TSE tem dois votos para condenar Cláudio Castro à inelegibilidade (seriam necessários 4 dos 7 votos do colegiado).
O julgamento, no entanto, será retomado no dia 24 por uma antecipação de prazo concedido para um novo pedido de vista – o que frustrou o governador, que pretendia deixar o Palácio Guanabara antes do desfecho para se lançar ao Senado. Com isso, ele pretendia derrubar o objeto do julgamento.
Agora, Castro cogita até mesmo antecipar a renúncia para escapar da condenação no TSE.
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