Minha Casa, Minha Vida: saiba quais são as faixas e quem pode se inscrever no programa



O programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, conta atualmente com quatro faixas de atuação, para famílias que ganham até R$ 12 mil mensais. Em 2025, o programa recebeu um investimento recorde de cerca de R$ 180 bilhões. A meta do governo é atingir a marca de 3 milhões de moradias contratadas no final de 2026. 

No ano passado, o Minha Casa, Minha Vida sofreu algumas alterações nas regras, a principal delas foi a criação da nova “faixa 4”, que atende a famílias com renda entre R$ 8,6 mil e R$ 12 mil mensais. Essas famílias foram permitidas a financiar imóveis que tenham um valor total de até R$ 500 mil. As condições para o financiamento são: a duração total deve ser de até 420 meses (35 anos), a taxa de juros será de 10% ao ano (as taxas atuais de mercado são acima de 11,5%ao ano) e não terá subsídio do governo.

Outras mudanças foram os limites reajustados nas 3 faixas já existentes: a faixa 1 passou a ser para famílias com renda de até R$ 2.850 mensais, a faixa 2 para o teto de R$ 4,7 mil mensais e a faixa 3 de até R$ 8,6 mil mensais. Além disso, o valor dos imóveis financiáveis em municípios com menos de 100 mil habitantes elevou de R$ 210 mil a R$ 230 mil – um aumento de 11% a 16%, com o objetivo de estimular a oferta habitacional nessas regiões.

Quem pode se inscrever no programa Minha Casa, Minha Vida?

Famílias com renda mensal de até R$ 12 mil, e anual, de até R$ 144 mil , em áreas urbanas e rurais, respectivamente, podem se inscrever no Minha Casa, Minha Vida.

Divisão por faixas:

  • Faixa 1: famílias com renda de até R$ 2.850 mensais;
  • Faixa 2: famílias com renda de até R$ 4,7 mil mensais;
  • Faixa 3: famílias com renda de até R$ 8,6 mil mensais;
  • Faixa 4: famílias com renda de até R$ 12 mil mensais.
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