
O mercado de consórcios no Brasil ganhou grande destaque no ano de 2025. Segundo os números da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o sistema de consórcios apresentou números inéditos com mais de 5 milhões de adesões e 12 milhões de participantes ativos.
Os créditos comercializados bateram recorde atingindo cerca de 500 bilhões de reais, sendo 32,1% maior que os 378 bilhões de reais do ano de 2024. Além disso, 5,16 milhões de novas cotas surgiram no ano passado.
Para o CEO do Mycon, Luiz Antonio Sacco esse avanço acontece porque o consórcio oferece algo que o consumidor passou a valorizar muito como a ausência de juros, previsibilidade de custos e disciplina financeira, especialmente em momentos de maior incerteza econômica.
O CEO acredita que os consórcios voltaram a ser vistos como uma alternativa de crédito porque tanto os jovens quanto a classe média estão mais conscientes do custo de um crédito tradicional e além disso, o consórcio não tem juros, permite que seja feito um planejamento de médio a longo prazo e ainda traz clareza sobre o custo da nova aquisição. “O consórcio deixa de ser visto como “espera” e passa a ser encarado como estratégia de organização financeira e construção de patrimônio”, explica Luiz.
Dentro desse movimento de transformação do setor, o Mycon surge como um dos agentes centrais ao combinar expansão consistente, eficiência operacional e uma estratégia claramente orientada ao consumidor. Mesmo em um mercado com mais de seis décadas de existência, a companhia se destacou ao lançar o primeiro modelo de consórcio totalmente digital do Brasil, promovendo mudanças relevantes na experiência do usuário.
Em 2025, o volume de crédito concedido superou 3,5 bilhões de reais, dos quais mais de 2 bilhões de reais foram direcionados ao segmento imobiliário. No mesmo período, a empresa ultrapassou 33 mil cotas comercializadas, incluindo mais de 17 mil voltadas à aquisição de veículos.
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